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Fundada em 1977, que teve como projeto embrionário a Editora Reginas- EPIV ESCOLA PROFISSIONALIZANTE DA INDÚSTRIA DO VESTUÁRIO, hoje ENGEVEST - Escola de Engenharia do Vestuário, já formou mais de 14 mil alunos no Brasil e Exterior atuando inicialmente com sede na cidade de Rio de Janeiro/RJ.

Com um projeto de educação contínua, A ENGEVEST oferece aos seus alunos um processo de aprimoramento contínuo com os mais variados cursos na área de engenharia do vestuário, entre eles, Cursos de Modelista Profissional, Cursos de Introdução a Tecnologia Têxtil, Cursos de Formação de Gerentes e Supervisores para Indústria de Roupas, Cursos de Impressão em tecido com suporte de Silk Screen, Curso de Figurinista, entre outros.

Dentre os mentores deste projeto, Sebastião Leite Amaral se destacou como pesquisador na área de Engenharia do Vestuário, fato que o levou a se tornar um profissional de renome nesta área.

Além da área de vestuário é também Advogado e Especialista em Semiótica.

Analisando uma necessidade contemporânea do mercado e retomando a paixão antiga do magistério, o Professor Amaral, como era conhecido nacional e internacionalmente, volta a dedicar-se com afinco a esta área que tanto ama, oferecendo agora uma metodologia de ensino diferenciada acompanhando as evoluções tecnológicas que se apresentam.

A ENGEVEST conta hoje com uma equipe de profissionais com conhecimentos altamente técnicos para o seu trabalho de laboratório na confecção e ensino dos cursos profissionalizantes.

Tem o professor Amaral destaque nacional e internacional na área de engenharia de vestuário, pois, além do exercício do magistério, ele oferece enorme contribuição para o setor com o desenvolvimento de pesquisas e tecnologias para a otimização da produção nas indústrias de confecções, tornando-as mais competitivas.

No princípio seu trabalho era dirigido a formação de profissionais técnicos como modelistas de roupas e gerentes industriais mas, adentrando a Engenharia do Vestuário, trabalhou com esmero no desenvolvimento de layouts de fábricas.

Assim, indústrias de confecção de jeans, de camisas e demais roupas em tecido, em malha, em couro, em peles, entre outras, passaram a sofrer novos layouts de produção e, com a ajuda de novas máquinas de costura industriais, de aparelhos a serem inseridos em algumas máquinas, deu ao parque fabril uma melhor condição de trabalho, aumentando a produção em dobro, e em alguns casos em triplo, dando condições as Indústrias locais para competir com as fábricas do exterior.

Fora do país, o professor Amaral desenvolveu pesquisas de melhoramento na produtividade e qualidade do setor têxtil, onde com uma bagagem muito extensa no assunto passou a trabalhar com consultoria em empresas organizando-as atendendo os mais exigentes padrões internacionais de produção e tornando-as aptas inclusive para a exportação.

Com o trabalho de consultoria auxiliou empreendedores, principalmente no Brasil a tornar possíveis seus sonhos, acompanhando-os desde o início, com a sua supervisão na montagem de indústrias de vestuário nos vários suportes têxteis e principalmente em organizações que trabalhavam com tecidos finos e valorosos como é o caso da seda, que exige um maior cuidado em todo o processo produtivo.

Internamente, nas indústrias de confecções, aperfeiçoou os setores de criação e modelagem, de corte, de montagem, de acabamento e expedição, diminuindo drasticamente os custos de mão de obra e o desperdício de matérias primas, sendo este um dos maiores problemas deste setor fabril, na época.

O exaustivo trabalho e dedicação renderam-lhe um reconhecimento em vários Países, dos quais podemos citar Uruguai, Argentina, Espanha entre outros. Inúmeras homenagens lhe foram outorgadas, inclusive, o de Emérito Professor nas JORNADAS LEGISLATIVAS DO MERCORSUR EM MAR DEL PLATA em 1990 entre outras.

Como um orgulho “de pai para filho”, o professor Amaral pode observar méritos de seu trabalho que se reflete até os dias atuais em muitas indústrias e na enorme formação de profissionais no Brasil e Exterior.

A equipe de professores e técnicos é formada por profissionais com experiência de pequena e grande indústria, sendo que, estes trabalharam e trabalham, nos mais variados setores do vestuário, advindo alguns do exterior.

Inúmeras pessoas e amantes desta matéria debruçam-se sobre pesquisas, buscando informações que possam melhor explicar a moda por si só, bem como sua relação com o ser que a consome.

Um fato que não pode deixar de ser mencionado é o de que a moda vive uma constante mutação cíclica, isto é, ela está sempre voltando customizada, repaginada, porém raras vezes recriada! Mudam-se tendências, cores, mudam-se algo nas linhas e nos tipos de roupas como blusas, saias, casacos, calças, alterando duas características, como mais retas, mais curvas, mais longilíneas, curtas ou longas, aplicam-se recortes, pences, drapeados, enfim, ela ressurge sofrendo alterações em detalhes, isso acontece porque está se falando de um universo que sofre suas limitações.

A moda é restrita ao biotipo físico do ser humano haja vista, como costuma brincar com seus alunos, diz o Professor Amaral “não se pode construir uma roupa com vários braços ou pernas”.

A moda está diretamente relacionada com o seu usuário, seu consciente e inconsciente, alguns procuram moda para se sentir confortável, outros para se sentirem inseridos em um meio social, outros buscam chocar os paradigmas sociais, fato que nos remete a reflexão de que a moda é algo que vai além da roupa, ela ilustra comportamentos.

Neste contexto, pode-se fazer uma analogia a outra frase inspiradora do grande mestre Professor Amaral, “se o hábito não faz a freira, pelo menos a apresenta como tal”.

Mas, porém, tudo é moda.

São fomentos para a moda: a cultura, sociologia, economia, entre muitas ciências que, aliás, ás vezes não imaginou tais relações. Tamanha é a importância da Moda, que esta palavrinha com apenas quatro letras impulsiona um mercado econômico gigantesco, e é aqui que este curso vai deter-se. O aluno fará da moda um conforto para a alma, uma forma de satisfação, até mesmo de alento para alguns sofrimentos.

“O mundo sem a moda seria cinza e triste, e milhões de pessoas não teriam do que viver”. (Autor Desconhecido)

As indústrias de confecções vêm se deparando com sérias dificuldades mercadológicas e remete a causa ao fenômeno China, com sua produção mais barata. Apesar disso, nos deparamos com índices otimistas com relação ao crescimento econômico do Brasil, os investimentos em tecnologia, mão de obra especializada promovem um maior aquecimento no mercado interno, deixando rastros positivos nos mais diversos setores econômico, assim como no setor têxtil.

Na área têxtil o Brasil encontra-se no rancking dos maiores do mundo, envolvendo segmentos como Cama, mesa e banho, forrações, roupas profissionais, roupas esportivas, jeans, algodão, entre outros e é o tipo de segmento que faz toda a diferença quando se trata de índices econômicos.

A importação de países orientais requer um grande volume de mercadoria, de forma que as lojas de varejo de pequeno e médio porte se obriguem a estocar por mais de uma coleção uma grande quantidade de produtos. Para manter estas características peculiares à importação, estas lojas acabam optando por trazer do mercado externo produtos básicos, que não lançam moda, isto é, sem prazo de validade com relação a tendências de moda.

É neste cenário que entra em ação “a grande sacada” das indústrias de confecção que lançam as chamadas “modinhas”. Estas indústrias vêm conseguindo oxigenar o segmento de confecções de vestuário já que trabalham com a “perfumaria” da moda, característica que as empresas de varejo se vêem obrigadas a buscar no mercado interno.

E são estas fábricas de lançamento dinâmico de modelos que sustentam a indústria de tecido, que geram empregos, que pagam impostos e que produzem riqueza. São estas chamadas “modinhas” a verdadeira salvação de boa parte da Indústria de Confecção no Brasil.



A Indústria de confecção não vive sem aquilo que tecnicamente chamamos de moldes ou modelagens. O processo produtivo de uma peça do vestuário se inicia após a criação dos desenhos projetados por um estilista; com a modelagem se passa a produzir a roupa, pois, de um simples desenho em uma folha de papel, a peça vestuário vai criando forma, e proporções adequadas.

Assim, é o modelista e seu perfil profissional de enorme relevância dentro de uma Indústria, pois é este profissional que iniciará todo o processo de produção.

Com o advento de novas tecnologias, surgem alguns mitos dentro das indústrias, como é o caso da modelagem por computador, que se diz ser o substituto da carreira de modelista. Fato de certa forma repudiado já que um computador não tem “sensibilidade” para interpretar modelos mais estilizados, principalmente quando se exigem certos ajustes de performance, de estilo, podendo, uma máquina, quando muito elaborar os modelos mais clássicos, que não necessitem de maiores interferências humanas, ou seja, da leitura de um modelo.

É o modelista o profissional responsável pela beleza da roupa, seu “caimento”, seu vestir bem e, por consequência, pela comercialização dos modelos da coleção.

Nem sempre os estilistas têm noções de modelagem, tornando ainda mais desafiador à profissão de modelista, já que este torna possível, tangível e palpável os projetos das criações dos estilistas, aumentando também a produtividade quando do momento da montagem destes modelos.

Sua responsabilidade é uma das maiores dentro da indústria, pois, em seu trabalho na construção de moldes, pois este serão responsável pela escala de produção na indústria, daí a extrema necessidade do cuidado na produção destes moldes.

Por se tratar de uma profissão com vasta responsabilidade e de grande importância dentro do processo de produção, os salários hoje praticados são compensadores, variam de R$ 3.000,00 para um iniciante podendo alcançar valores com mais dígitos para os experientes.

Outro fator por demais relevante é o fato de que faltam muitos profissionais nesta área, razão da grande procura por pessoas competentes e que queiram trabalhar. Mais um quesito que fundamenta criação dos cursos de modelista profissional para indústria de confecção.

Aos meus antigos alunos já formados e aos meus futuros alunos, volto a este magistério com a felicidade de oportunizar a mim mesmo e aos Srs. a possibilidade de trazer informações que venham facilitar o vosso trabalho.

Tive a honra de formar muitos alunos em um passado não muito distante. São muitos profissionais em todo Brasil e em, no mínimo, mais cinco países onde tive a oportunidade de trabalhar, aprender e ensinar, a formar profissionais nas mais variadas áreas do vestuário, seja de tecido plano, seja de couro e peles, seja de malha circular, seja de malha retilínea, seja ainda de lycra e outras matérias primas.

Tive ainda a oportunidade de montar mais de 400 fábricas, dos mais variados tipos de confecção de roupas, no Brasil e exterior, construindo layout de fábrica, de produção e de modelos, trabalho que muito me fez crescer dentro desta área difícil e complexa.

Foram anos, realmente, muito produtivos e gratificantes.

Oxalá consiga trazer melhorias de vida, profissão e realização para novos alunos e amigos.

Assim espero.